Feira do Livro - Joinville

Mais uma de Nelson Bortoletto de quem sou fã incondicional!

A LIMPEZA
Na grande biblioteca 
Uma faxina em andamento .

No enorme salão de leitura 
ácaros em polvorosa 
sendo expulsos de seus nichos.

Desterro sumário 
dos seres que comem livros,
letras, registros.

A grande faxina,
desinfetante, 
saneia a cultura humana
dos seus mais fiéis consumidores.

O que será da casta de traças, viventes ancestrais de bibliotecas e seus asseclas, 
prolíficos descendentes?

O que será das alergias 
sanguíneas dos sonolentos funcionários?

O que afinal, agitará bibliotecários e os fará quebrar o abençoado silêncio?
Um dia
bibliotecas serão proibidas
em benefício de alguém.

O que será de nós?
-Nelson Bortoletto-

13 dicas para dissertação no vestibular

Cuidados com a dissertação no vestibular

I – Ideias coerentes, claras e objetivas.

II – Preocupação com o tema nunca fugir do tema proposto.

III – Usar a pessoa gramática correta – utilizar a 1a. pessoa do plural, a 3a pessoa do singular ou 3a pessoa do plural ao invés da 1a pessoa do singular. Em outras palavras, você deve escrever “acreditamos”, “sabemos”, “entendem”, ao invés de “acredito”, “sei”,”entendo”.

IV – Procure sempre se manter informado sobre diversos assuntos, pois maiores,condições terá de redigir sobre qualquer tema.

V – Não usar gírias nem estrangeirismo. Quando se fizer necessário, deve-se usar aspas.

VI – Não utilizar provérbios ou ditos populares.

VII – Não utilizar exemplos contando fatos ocorridos com terceiros, que não sejam domínio público.

VII I- Não utilizar abreviações nem algarismos.

IX – Evitar rasuras ou outros tipos de danos.

X – Evitar emprego repetitivo de ideias, palavras e expressões.

XI – Não cometer erros na divisão de silábicas.

XII – Não cometer vícios de linguagem: cacofonia, pleonasmo, ambiguidades.

XIII – Indeterminação inadequada do sujeito Isto ocorre, geralmente, usando-se o vocábulo você, Ex: “Em qualquer lugar existe miséria. Você encontra mendigos em toda parte”.



Mapa mental sobre dissertação no vestibular e no Enem

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http://maiseducativo.com.br/13-dicas-para-dissertacao-no-vestibular/

Carl Gustav Jung

O pensamento de Carl Gustav Jung trouxe uma nova perspectiva ao mundo da psicologia moderna. Muitos de seus conceitos, como por exemplo, “extrovertido”, “introvertido” e “arquétipo” são adotados de maneira exaustiva e, à mercê de interpretações, acabam sendo empregados erroneamente. Mas a mais notável contribuição de Jung ao conhecimento psicológico é o conceito de inconsciente – não como um quarto de despejos dos desejos reprimidos (como é para Freud), mas como um mundo consciente e “meditador” do ego. A linguagem e as pessoas do inconsciente são os símbolos, e os meios de comunicação com este mundo são os sonhos.

Impossível falar de uma vida e obra tão rica em apenas algumas linhas. Entretanto, é possível deixar caminhos para que o leitor trace o seu estudo e busque caminhos que o auxiliem na compreensão das suas questões pessoais e humanas por meio da leitura dos trabalhos e da vida de um dos maiores médicos de todos os tempos e um dos grandes pensadores do século XX.

A obra O homem e seus símbolos, a última de sua autoria, escrita em conjunto com preciosos colegas e organizadores, que dão vida aos capítulos do livro é, sobretudo, a mais simples para o leitor não especialista. Ela fala da importância dos sonhos e de seus significados. Traz o sonho como um meio de comunicação direto, pessoal e significativo com aquele que sonha - um meio de comunicação que usa símbolos comuns a toda humanidade, mas que os emprega sempre de modo inteiramente individual, exigindo para a sua interpretação uma “chave”, também inteiramente pessoal.



O sonho é a grande chave para o inconsciente.

Mas o que acontece com aqueles que sonham acordados?

Para estes que possuem uma sequência de ideias soltas e, por vezes, incoerentes, às quais o espírito se entrega, sim, também para estes sonhadores existe uma palavra de conhecimento.

Mas é preciso pés nos chãos para a imensidão que é Jung e mais do que sonhar acordado, é preciso sonhar de verdade.

Vincent Van Gogh

Sucesso só veio após a morte

Considerado um dos maiores expoentes do pós-impressionismo, o holandês Vincent Van Gogh não teve o seu trabalho reconhecido pela crítica nem fez sucesso junto ao público enquanto vivo. Durante sua curta vida morreu aos 37 anos ele vendeu apenas uma tela. No entanto, o uso abstrato da cor e da forma que exibia em seus quadros teve uma influência decisiva sobre toda a arte do século 20. 

Na juventude, foi sustentado pelo irmão Theodorus, com quem trocou cerca de 750 cartas, verdadeiros retratos sentimentais da alma do artista. Van Gogh sofria de instabilidade mental. Em 1890, depois de muitas tentativas de levar uma vida normal, trabalhou com um tio numa loja de obras de arte e, em seguida, tentou ser evangelizador em minas de carvão na Bélgica. Depois, o mestre mudou-se para o sul da França. Lá, no ambiente que retratou na tela O Quarto de Van Gogh em Arles, ele cortou a própria orelha esquerda em meio a uma alucinação. Suicidou-se com um tiro no peito 19 meses depois.

Por conta de uma história repleta de fracassos, que terminou tragicamente em suicídio, quase ninguém notava a genialidade de Vicent van Gogh (1853-1890). O reconhecimento só veio depois da morte do pintor, aos 37 anos de idade. Hoje (30/3), 162 anos depois de seu nascimento. 

A geometria na tela de Van Gogh
Ao analisar a imagem que mostra O quarto do pintor holandês, percebe-se como ele usou a profundidade e a perspectiva em sua obra
O Quarto deVan Gogh em Arles, do pintor holandês Vincent Van Gogh (1853-1890), retrata o seu lugar de descanso, tem detalhes inquietantes: o chão parece inclinado, quadros estão distantes da parede e móveis dispostos fora de lugar. Será que houve algum erro? Absolutamente! Depois da luz que é o elemento tido pelo próprio pintor como o grande personagem da tela , são as linhas geométricas que formam o cenário do quarto e a noção de perspectiva que fazem dessa uma das obras de arte mais famosas de todos os tempos.
O Quarto de Van Gogh em Arles

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/arte/pratica-pedagogica/geometria-tela-van-gogh-

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